Uma jornada em duas paisagens.
Dez dias, para um grupo muito pequeno de convidados — moldados pelos interesses de quem viaja, não por um roteiro fixo.
A jornada começa na Emília-Romanha, com Bolonha como centro, e se transforma — por volta do sexto ou sétimo dia — em algo distintamente alemão, em Stuttgart.
Não publicamos um roteiro dia a dia. As atividades se ajustam ao grupo: aos interesses, ao ritmo, às conexões que fazem sentido para quem está viajando naquela temporada. O que se mantém constante é o caráter da experiência — não sua agenda exata.
A Itália
Bolonha e a Emília-Romanha são o ponto de partida — uma região que trata engenharia e cozinha com o mesmo rigor artesanal. É território de Ferrari, de oficinas que ainda trabalham como sempre trabalharam, de queijeiros que medem o tempo em anos de cura, não em dias.
Aqui, o interesse não está na lista de lugares visitados, mas na proximidade com pessoas que dedicaram a vida a um ofício.



A Alemanha
Em Stuttgart, o ritmo muda. É cidade de engenharia — Porsche entre os seus nomes mais conhecidos — e de uma cultura que celebra precisão com a mesma seriedade com que celebra a cerveja, o final do verão, o encontro.
Se a temporada e o grupo se alinharem, essa passagem pode incluir o espírito da Oktoberfest, vivido por dentro — mesas reservadas, a companhia certa.
Uma estrutura, não um roteiro
Um grupo pequeno permite algo que um grupo grande nunca permitiria: mudar de ideia. Se um convidado tem interesse particular em automóveis, em arquitetura, em gastronomia ou em algo que ainda não mencionou, a jornada pode se inclinar nessa direção.
Por isso preferimos não revelar tudo com antecedência. O convite é para experimentar a jornada — não para lê-la antes de vivê-la.
Interessado nesta temporada?
Contamos mais em conversa — incluindo datas, formato do grupo e o que está genuinamente confirmado.
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