Viagens por convite
As portas que normalmente não se abrem.
Bolonha, depois Stuttgart. Uma temporada, um grupo pequeno, uma conversa para começar.

Cada jornada começa com uma conversa.
Conhecemos os ateliês, as mesas, os anfitriões. Isso é o que nos permite abrir a porta certa, para a pessoa certa, no momento certo — em vez de repetir o mesmo roteiro para quem quer que apareça.
O resto, contamos em pessoa.

Dez dias. Duas paisagens. Um só ritmo.
A jornada atual de Via Privata começa na Emília-Romanha, com Bolonha como centro de gravidade, e se transforma, por volta do sexto ou sétimo dia, em algo distintamente alemão, em Stuttgart.
O que acontece entre esses dois pontos depende de quem viaja. Preferimos não descrever um roteiro. Preferimos que você descubra.
Automóveis. Ofício. Uma mesa sem reserva pública.
Automóveis e a engenharia por trás deles. Ofícios que se aprendem ao longo de uma vida. Um interior que raramente recebe visitantes.
É isso que buscamos, temporada após temporada.

Via Privata recebe um número limitado de convidados a cada temporada.
Não há reservas on-line, nem preços publicados. Tudo começa com uma apresentação breve e uma conversa.
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